terça-feira, 22 de setembro de 2015

A verdadeira questão do Brasil. Entenda a atual situação do país.

O jornal britânico “Financial Times” dedicou um editorial para a situação do Brasil. Classificou a economia como uma “bagunça” e as finanças públicas” em desordem”, o texto disse que” Se o Brasil fosse um paciente em um hospital, os médicos de emergência o diagnosticariam em estado terminal”.
Somando à situação interna, fatores como a economia chinesa em desaceleração e os juros em alta nos EUA, o Brasil está sofrendo “o começo de um estresse econômico extremo”.
A publicação cita a impopularidade da presidente Dilma Rousseff e um sistema político “notadamente podre”. “Isso faz com que seja praticamente impossível para ela [Dilma] responder adequadamente à crise econômica. Especialmente quando o Congresso está mais focado em salvar a própria pele”.
E o editorial afirma ainda que a saída de Dilma teria um “político medíocre substituído por outro”, referindo-se a Temer, Cunha e Calheiros. (F S P, 14.09.2015, p. A-6).
A presidente Dilma Rousseff demonstrando não ter a menor ideia do papel que atualmente desempenha no país, declarou em 7 de setembro: “Sinto-me preparada para conduzir o Brasil no caminho de um novo ciclo de crescimento, ampliando as oportunidades para o nosso povo subir na vida”.
Com a inflação e o desemprego em alta e a economia em recessão o que a presidente está fazendo e fazer o povo descer na vida.
As medidas de ajuste fiscal, necessárias para cobrir o rombo nas contas públicas que ela mesma produziu foram frustradas.
No final de julho foi decretado o fracasso do ajuste ao ser zerada a meta de poupança estabelecida para 2015. A presidente não percebeu ainda que o país não aguenta mais novos impostos e tentou uma atabalhoada ressurreição da CPMF, que não durou três dias.
Sem a menor vontade de fazer corte de gastos em qualquer coisa, a equipe palaciana conseguiu piorar ainda mais a situação e mandou para o Congresso um orçamento com previsão de déficit de R$ 30 bilhões em 2016, algo inédito na história recente do país.
A decisão mostrou que o Brasil não estava apenas sem dinheiro, mas também que estava sem comandante, sem rumo.
Mas, a trapalhada palaciana foi imediatamente captada no exterior e a agência de classificação de risco Standard & Poor’s foi rápida e tirou do Brasil o selo de bom pagador.
Agora a situação ficou mais grave ainda, porque o Brasil precisa reagir para não perde o selo das outras duas agências para evitar que afunde ainda mais no precipício.

Fonte: https://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/economia-brasileira-2015-problemas-e-solucoes/90434/

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